Nomeações para o período de 25/05/2012 a 31/05/2012
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O Conselho de Arbitragem da FPB , para o dia 27 de Maio de 2012, efectuou as seguintes nomeações:
XVI Taça Nacional Sub 18 Masculinos – Apuramento da 4º Equipa para a Fase Final
Sérgio Adegas – Árbitro Principal – Guifões – Montijo
Tiago Neves - Árbitro Auxiliar - Guifões – Montijo
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O árbitro conimbricense, José Lopes, foi nomeado pelo Conselho de Arbitragem da FPB, para estar presente na III Fase – Fase Final de Seniores / Sub 20 Masculinos.
José Lopes, 21 anos, árbitro nacional de 2ª categoria desde 2008, após já ter realizado várias fases finais em épocas anteriores, volta a estar presente, desta vez, na Fase Final de Sub 20 Masculinos.
Foi com enorme prazer que recebemos esta notícia, refletindo a confiança do Conselho de Arbitragem da FPB neste nosso jovem filiado.
A Fase Final será realizada nos dias 25, 26 e 27 no Pavilhão Imperio Bonança, Lisboa.
Em campo vão estar os dois primeiros classificados da fase zonal da região Norte, AD Ovarense e GDB Leça e os dois primeiros classificados da fase zonal da região Sul, SL Benfica e FC Barreirense.
José Lopes fará parte de um grupo de quatro árbitros nomeados para esta Fase Final, sendo eles: Diogo Martins (Braga), Carlos Santos e Fernando Rezende (Lisboa).
A todos, o Conselho de Arbitragem de Coimbra deseja as maiores felicidades.
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Arbitragem no Feminino
Começo estas linhas com um agradecimento: agradeço ao Gaspar da Silva a lembrança e a oportunidade de escrever um artigo para a página dos juízes de Coimbra, esperando corresponder ao pretendido.
No entanto, o tema escolhido pelo Gaspar não poderia ter sido mais difícil…como falar de arbitragem e das suas especificidades na vertente feminina, sem nunca soar a queixume? Tarefa difícil… passo a explicar.
Ser mulher e estar na arbitragem é querer e estar disponível para trabalhar, seja do ponto de vista técnico, físico, teórico ou psicológico. Mas é também ter a capacidade de gerir uma série de dificuldades intrínsecas e extrínsecas a esta actividade.
Dentro de campo
Do ponto de vista da actuação em campo, várias diferenças existem entre homens e mulheres. Falando sempre em termos médios:
Características físicas/biológicas
Primeiro, as dificuldades: as mulheres apresentam uma menor capacidade física, daí que tenham que ter consciência de que têm que trabalhar mais fisicamente para serem capazes de aguentar as exigências de jogos mais intensos, designadamente ao nível da velocidade.
Por outro lado, as mulheres necessitam de um maior consumo de tempo de exercício para obterem o mesmo consumo calórico que os homens, pelo que se torna importante ter em atenção alguns cuidados alimentares. É que…ganha-se peso mais depressa, mas já a perda de peso…é mais difícil e morosa….
Adicionalmente, a presença física em campo não é igual. Então, é necessário desenvolver estratégias que permitam “crescer” dentro de campo, como por exemplo, vivacidade quando se apita e dinamismo na movimentação. Outro pormenor interessante será nunca ficar lado a lado com os jogadores mais altos: se temos que comunicar, podemos fazê-lo a 2/3 metros, pois a proximidade acentua as diferenças de alturas.
Agora, os aspectos positivos: as mulheres apresentam uma boa resistência e flexibilidade, o que, entre outros aspectos, permite uma boa recuperação do esforço desenvolvido e uma boa capacidade para aguentar a época com um baixo risco de lesões.
Para além disso, possuem a “graciosidade feminina” ao nível do movimento e da sinalética, o que lhes permite “marcar pontos” ao nível da imagem.
Outro aspecto interessante é ao nível da visão: enquanto os homens têm tendência para um maior raio de alcance visual, já as mulheres apresentam uma melhor visão periférica. Este aspecto pode ser importante para o controlo das situações dentro de campo.
Características psicológicas
Alguns estudos desenvolvidos nesta área apontam para alguns pontos fortes nas mulheres, como sejam as capacidades de comunicação / cognitivas, uma menor agressividade física e verbal e algumas competências emocionais (ao nível da inteligência emocional), que lhes concedem alguns trunfos ao nível da comunicação com os intervenientes e, particularmente, no domínio da gestão do conflito.
Em oposição, as mulheres apresentam uma menor propensão para correrem riscos e para aceitarem desafios, o que obriga a um trabalho de mentalização mais forte nesse sentido. Porque se querem evoluír, têm que ser capazes de arriscar algumas decisões…
Outro aspecto interessante é o da concentração: as mulheres apresentam mais dificuldades de concentração e de desenvolver prolongadamente uma actividade. O que significa que tem que se ter a capacidade de identificar as quebras de concentração ao longo do jogo e perceber em que momentos acontecem e o porquê de acontecerem. A partir daí, é importante desenvolver estratégias próprias de concentração…por outro lado, as mulheres têm uma boa capacidade para se concentrarem em várias tarefas em simultâneo, o que pode ser uma boa ajuda dentro de campo, ao nível da tomada de decisão e do controlo do jogo.
Obviamente que cada caso é um caso e estes aspectos de que falei são apenas valores médios, resultados de estudos ou meramente senso comum. O importante é que cada uma consiga identificar os seus pontos fortes e fracos, para valorizar os fortes e trabalhar mais afincadamente os fracos.
Fora de campo
Mas nem todas as diferenças se cingem aos aspectos relacionados com o jogo e com a arbitragem em si.
Às mulheres apresenta-se um desafio grande, em face da realidade social e cultural em que todos nos inserimos e para a qual todos contribuímos: como conciliar a arbitragem com a carreira, a família e a maternidade?
Seguramente que as condições são distintas para as mulheres e para os homens. E, uma vez mais, falo de valores médios, o que significa que podem sempre haver excepções.
No nosso país, ainda são os homens que dominam os cargos de topo a nível profissional. Como pode uma mulher conseguir desenvolver e gerir a sua carreira, afirmar-se a nível profissional, já por si tarefa difícil, com esta dificuldade acrescida do exercício de uma actividade na arbitragem?
Como pode a mulher conciliar o seu papel no seio da família, gerindo disponibilidades, tendo grande parte do seu tempo absorvida pela arbitragem?
E o que dizer da decisão de ser mãe, para quem o deseje? Quando a tomar? Em que momento da carreira? E as possibilidades de progressão na carreira são ou não influenciadas por esta decisão? São ou não são importantes os timings em que são concedidas as oportunidades de evolução na carreira da arbitragem?
E o que dizer do pós-maternidade, tendo filhos para criar? Serão idênticas as exigências colocadas à mãe e ao pai? Conseguirá a mãe ausentar-se por idênticos períodos de tempo, sabendo que há aspectos (como a amamentação) que exigem a presença da mãe? Não será importante o apoio do companheiro nesse sentido? Estamos todos e estará a nossa sociedade preparada para estas situações? Estaremos nós, mulheres, conscientes destas dificuldades e saberemos gerir do melhor modo todos estes aspectos?
Saberei dizer de que modo geri alguns aspectos que aqui foquei e poderei partilhar com quem tiver interesse. Obviamente que nem eu tenho resposta para todas estas questões. Mas todas elas têm que ser colocadas para reflexão de todos nós e de quem dirige. À consideração…
A personalidade
Deixo para o fim o aspecto que, quanto a mim, é a “pedra de toque” de tudo o que referi: a personalidade e a atitude.
A arbitragem é uma actividade muito exigente, quer para as mulheres, quer para os homens. Há um número infindável de obstáculos com os quais nos deparamos ao longo da carreira. E a forma como lidamos com eles, o modo como ultrapassamos as dificuldades, depende em muito da nossa personalidade e da nossa atitude. Quer estejamos a falar de aspectos físicos/biológicos, psicológicos, conciliação da vida desportiva com a vida privada…atitude, precisa-se!
Despeço-me com uma mensagem para todos os meus colegas juízes: acreditem sempre em vocês, no vosso trabalho, nas vossas capacidades. E, acima de tudo, dêem sempre o vosso melhor!
Resto de boa época,
Sónia Teixeira.
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Vai realizar-se nos próximos dias 26 e 27 de Maio a Fase Final do Curso de Árbitros e Oficiais de Mesa Estagiários. Esta é a terceira e última fase de um curso inédito para a ABC. Recorde-se que durante a 1ª fase inscreveram-se cerca de 60 candidatos, sendo 40 o número de candidatos que frequentaram a 2ª Fase e 30 os candidatos com possibilidades de aprovação na fase final.
As ações irão decorrer durante sábado e domingo em diversos locais da cidade de Coimbra, contando com a presença de diversos preletores.
A surpresa será mesmo a presença do Dr. Paulo Cunha, psicólogo especializado neuropsicologia clínica e psicologia desportiva e antigo psicólogo da seleção nacional de basquetebol entre 2006 e 2010 que irá abordar o tema “Psicologia na Arbitragem”.
Na tarde de domingo os candidatos irão realizar jogos do Torneio do Futuro de Sub 12/14 Masculinos e Femininos, onde serão avaliados pelo corpo de formadores da ABC.
26 DE MAIO DE 2012 – SÁBADO:
09:00 – RECEPÇÃO DOS CANDIDATOS
09:30 – ANÁLISE DO TRABALHO DESENVOLVIDO NA 2ª FASE
11:00 – CARACTERÍSTICAS DE UM ÁRBITRO
12:15 – TESTE TEÓRICO
12:45 – INTERVENÇÃO DO CAD
13:30 – ALMOÇO
15:30 – PSICOLOGIA NA ARBITRAGEM
17:30 – ENCERRAMENTO
27 DE MAIO DE 2012 – DOMINGO:
09:30 – RECEPÇÃO DOS CANDIDATOS
10:00 – TESTE FÍSICO
10:00 – MECÂNICA DOS APARELHOS – OFICIAIS DE MESA
10:30 – TÉCNICA DE ARBITRAGEM – ÁRBITROS
12:30 – ALMOÇO
14:00 – JOGOS
19:30 – ENCERRAMENTO DO CURSO
O CAD de Coimbra deseja a todos os candidatos um bom desempenho nesta última etapa.
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Foi com grande satisfação que recebemos a nomeação do nosso filiado Diogo Morais para a 1ª mão dos Play-Offs Final da Proliga, segundo campeonato mais importante da Federação Portuguesa de Basquetebol.
Este é mais voto de confiança do Conselho de Arbitragem da FPB no juiz conimbricense que arbitrou um total de 13 jogos durante a fase regular e ainda 5º jogo dos 1/4 final da mesma competição.
O jogo da final terá lugar no Pavilhão Arq. Gomes Pereira, em Algés, pelas 21:30 e irá opor as equipas do Algés e do Física de Torres Vedras.
Diogo Morais será coadjuvado por José Filipe Abreu, árbitro internacional da Associação de Basquetebol do Algarve.
Ao Diogo Morais e restante equipa o Conselho de Arbitragem deseja as maiores felicidades.
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O Conselho de Arbitragem da FPB , para os dias 12 e 13 de Maio de 2012, efectuou as seguintes nomeações:
XLV Campeonato Nacional II Divisão Feminina – Fase Final
Diogo Morais – Árbitro Principal – Esgueira – Guifões
IX Campeonato Nacional CNB 2 – 2ª Fase
Sérgio Adegas – Árbitro Auxiliar – Galitos – Salesianos
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Apesar de ainda só ter feito meia dúzia de jogos como oficial de mesa estagiário, ficou-me a ideia da necessidade de ser perfeccionista no meu desempenho. Precisamos de muita concentração no jogo e na tarefa que estamos a realizar. Assim, precisamos de ir para o jogo com uma certa frescura intelectual que foi talvez a maior limitação que senti até agora.
Gosto desta actividade mas ela não é tão leve como supunha quando apenas jogava ou assistia a um jogo. Noto que, de jogo para jogo, estou cada vez mais familiarizada com a função de marcador. No que toca às outras funções ainda não tenho nenhuma opinião formada por ainda não as ter desempenhado.
A actividade de oficial de mesa é colectiva. Os meus colegas nos jogos apoiam-me imenso, o que é fundamental para um bom desempenho e para o prosseguimento da minha aprendizagem.
Francisca Carvalho e Silva
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